14 novembro 2006

Redescobrir as pessoas...

Quando acontecem trambulhões na vida, sentimos necessidade de voltar a restabelecer ligações que se encontram quebradas ou muito fragilizadas.
Voltamos a falar com mais regularidade com pessoas que durante algum tempo (meses, anos...) não o faziamos e certamente não com a mesma proximidade.

É nestas alturas que nos apercebemos que a ideia que temos das pessoas não é a realidade e a pessoa que conhecemos já não existe, o que existe é algúem diferente, tipicamente mais maduro.
À bem pouco tempo apercebi-me que o um primo, um miudo com quem gosto muito de estar por ser um miudo muito porreiro, tornou-se um homem!
É estranho conseguir ter conversas muito interessantes com ele. Ganhei um amigo mto porreiro...

Por vezes perdemos o contacto com pessoas que quando voltamos a falar verificamos que 6 anos muda imenso as pessoas... Mudanças umas vezes para melhor, outras nem por isso.

Um grande abraço a todos e que eu não note estas mudanças em nenhum de vós...

07 novembro 2006

Manias....

Mais uma brincadeira engraçada, desta vez enviada pela Tânia.

Regulamento: "Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ademais, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blogue."

  • Sou um coração mole, facilmente me dão a volta.
  • Por vezes até parece que sou burro que nem uma porta, e dou a mão e quem na realidade merecia era um belo de um xuto!
  • Falo demais e nunca penso nas coisas antes de falar.
  • Sou do tipo: dá forte mas passa depressa, no dia seguinte ja nem me lembro do que aconteceu.
  • Tenho a mania que sou esperto e não gosto de gajos que tem a mesma mania que eu (ainda estou para perceber como é que eu me consigo aturar todos os dias).
Agora está na hora dos meus amigos bloguistas seguirem a mesma corrente...

19 outubro 2006

"Nunca me arrependo daquilo que fiz"

Quantas e quantas vezes já ouvi esta frase na boca das mais variadas pessoas. Eu não só pertenço a este grupo como não compreendo como é que há alguém que pode dizer isto.

No meu ponto de vista, esta frase não faz qualquer sentido, ora vejamos:
- Quem é que ainda não escolheu um trajecto pensando que era mais rápido e instantes depois de já não poder voltar para trás apercebe-se que o transito está pior aqui do que no outro lado? POsto isto, não se arrependem de ter escolhido este caminho?

- Quem é que em vez de ficar a estudar foi sair com os amigos ou não o fez durante o semestre e depois chumba na cadeira? Não se arrependeram de ter ido para os copos?

- Quantos de nós, num acto inreflectido, manda uma boca e fica com vontade de se enfiar num buraquinho qualquer. Não se arrependeram de ter dito o que disseram?

- Nunca vos aconteceu dizerem algo e perceber que as suas palavras causaram sofrimento ao receptor da mensagem? Não se arrependeram de ter dito o que disseram?

Isto para não falar de coisas mais sérias...

Este post é dedicado a todas os leitores de adoram dizer esta expressão de boca cheia...

Eu claramente não estou nesse grupo, aliás acho que me arrependo das coisas que faço mais do que devia...

17 outubro 2006

O vento voltou a soprar... só não sei para onde...

Depois de uma semana sem vento, o vento voltou a soprar e voltei a deslocar-me. Não que tenha razões para tal, mas sinto-me melhor apenas pelo facto de voltar a andar...

Ainda não sei para onde vou mas vou. Vou seguir o conselho de 2 amigos meus e vou, racionalmente, colocar-me da melhor posição possível de modo a aproveitar ao máximo o vento que sopra.

13 outubro 2006

Viver sem rumo...

Ando viver sem rumo...
Não quero ficar parado mas não tenho vontade de andar
As coisas que tenho não as aprecio e só quero aquilo que não posso ter.
Os objectivos que tenho não me apetece realiza-los mas gostava de os concretizar.
Sinto-me um barco sem remos no meio de um lago sem corrente nem vento...